Bernardo Alonso


A tese da veracidade na teoria da informação fortemente semântica de Floridi e o paradoxo Bar-Hillel-Carnap


Neste artigo defendo que a Teoria da Informação Fortemente Semântica de Floridi (2004) – TIFS – está correta ao assumir a Tese da Veracidade, que por sua vez orienta a definição de informação semântica como “p é informação se e somente se p é constituído por dados bemformados, com significado e verdadeiros”. Argumento que a teoria não é arbitrária, pois dá conta do desembaraço de conundrums filosóficos importantes, principalmente por evitar o paradoxo de Bar-Hillel e Carnap (1953), que é gerado a partir da teoria clássica da informação semântica. Primeiro é discutido um dos principais resultados da teoria clássica, o de produzir “sentenças muito informativas para serem verdadeiras”. Depois são resumidas as motivações para a elaboração de uma “lógica de estar informado” e é mostrado como o sistema KTB-IL é montado e modelado mantendo-se entre os seus axiomas o da veracidade – K ou A4. Finalmente, a TIFS é examinada e defendida ao mostrar que ela restringe aleticamente a extensão do conceito clássico de informação para evitar problemas com tautologias e contradições. A TIFS oferece uma solução original ao capturar nossas intuições modais a respeito da informatividade como noção básica.


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Indexicals in Virtual Environments

In this paper I explored three well-known cases that seem to cast doubt on the notion that a speaker is always at the place of the utterance when the utterance occurs. I gave a few examples produced in Second Life environment, which cannot be handled correctly by evaluating the expression at issue with respect to the traditional view, i.e., the kaplanian framework—where the agent and the utterer will always be identical, and the referent of “I” will always be the utterer. The same happens to “here” and “now”; in each case the character of the indexical is a function from a contextual parameter to the referent of the expression. An example of logical truth peculiar to indexicals is the sentence “I am here now”, since, according to that view, no utterance can take place in a context whose agent is not in its location in its time. Finally I concluded by claiming that particular kinds of utterances produced in virtual environments (VE) break with the logical truth status of “I am here now”.


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Mente estendida e conteúdos previamente endossados


Neste artigo, discutiremos brevemente algumas das razões pelas quais deve ser mantida a cláusula de que conteúdos devem ter sido previamente conscientemente endossados para que o bloco de notas de Otto (exemplo de crença disposicional) conte como veículo num cenário de Mente Estendida (ME) a la Clark & Chalmers (1998). Primeiro, apresentaremos o Externalismo Ativo e suas diferenças em relação ao Internalismo e ao Externalismo de Conteúdo. Depois, são apresentados os exemplos do Tetris e MoMA e algumas críticas à ME. Em seguida, serão expostas algumas respostas a tais críticas baseadas na intuição funcionalista e, por último, é defendido que a tese mantém-se intacta ao mostrarmos que pode haver informa- ção sem crença e ME sem sobrecarga.


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Mundo infinitamente decomponível e o dilema de Hempel

Neste artigo tentamos acomodar a tese fisicalista com a noção de um mundo infinitamente decomponível sem cairmos no Dilema de Hempel. Primeiro examinamos a ontologia das propriedades físicas. Depois apresentamos o dilema de Hempel. Finalmente apresentamos o artigo de Montero 2006 como uma possível solução para o problema, mas argumentamos que o fisicalismo proposto é melhor caracterizado como um tipo de determinismo do não-mental (Levine 2001).


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