Diego Andres Salcedo


O estado da arte da Filosofia da Informação na Ciência da Informação Brasileira


O termo Filosofia da Informação bem como seu conceito analisado aqui, tem início com o filósofo Italiano Luciano Floridi, devido ao seu pioneirismo em estruturar e apresentar as teorias para o estudo filosófico da Informação. Esta pesquisa apresenta um panorama da Filosofia da Informação e suas relações teóricas com a Ciência da Informação brasileira. Visando assim, uma estruturação do panorama conceitual entre a Filosofia da Informação e Ciência da Informação. Para tal fim, foram coletados artigos nos periódicos científicos brasileiros de Ciência da Informação e nos Anais do Enancib, onde, por consequência, foram identificados quais artigos seriam analisados. A pesquisa identificou, analisou e apresentou, sob a ótica da Ciência da Informação, o estado da arte da Filosofia da Informação na literatura científica brasileira, por meio dos quinze problemas propostos por Fernando Ilharco, que teve influencia nas pesquisas realizadas por Luciano Floridi para criá-los. Desse modo, foram apontadas as principais aproximações conceituais entre esses campos de estudo.


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Ciência & Tecnologia: aproximações e distanciamentos de terminologias relacionais


Considera que produzir e transmitir conhecimento científico e tecnológico é prática inerente ao fazer ciência. Por meio de revisão da literatura indica os distanciamentos e as aproximações de alguns termos utilizados nessas práticas. Discute aspectos políticos da esfera científico-tecnológica para, em seguida, explorar as terminologias e seus usos. Sugere, por fim, algumas reflexões acerca das atuais práticas de comunicação científica.


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Uma arqueologia biblioteconômica: paradigmas e discursos


Discute a vigência e mudança de paradigmas nas relações discursivas e epistemológicas da Biblioteconomia. Apresenta as tradições, emergência, histórico e consolidação da Biblioteconomia, recorrendo às pistas guinzburguianas acerca do que foi dito e registrado. Respaldado na perspectiva foucaultiana, e nas pistas do não-dito, em torno de uma arqueologia do saber, relativiza tanto a necessidade de buscar o seu objeto de estudo, para além das noções humanistas e tecnicistas custodialistas e seus paradigmas infocomunicacionais, quanto o imperativo de esta área se impor em meio a outros campos do conhecimento que tratam da informação. Recorre a uma pesquisa exploratória. Espera-se apresentar uma projeção do que a Biblioteconomia, seus discursos e práticas podem representar por meio de uma interlocução teórica entre os paradigmas de Capurro e Silva e Ribeiro e as percepções metodológicas guinzburguiana e foucaultiana.


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